Boletim médico divulgado na manhã desta quarta-feira (12) pela equipe médica do hospital Albert Einstein informou que o candidato  Bolsonaro (PSL) teve a alimentação oral suspensa momentaneamente devido ao surgimento de uma distensão abdominal.

Segundo o hospital, essa distensão é um inchaço no abdômen, que ocorre pelo acúmulo do ar. Trata-se de uma consequência de uma pequena redução nos movimentos do intestino.

Ele voltou a ter alimentação parenteral (endovenosa) até uma próxima avaliação, segundo o hospital. Ou seja, vai se alimentar pela veia. “O estado de saúde

do paciente continua estável, sem febre ou outros sinais de infecção”, aponta o boletim.

Ainda segundo o hospital, os exames laboratoriais permanecem estáveis. O boletim é assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo, Leandro Echenique e Miguel Cendoroglo.

Desde ontem, Bolsonaro deixou a UTI (Unidade de Terapia Intensiva), passando para uma unidade de cuidados semi-intensivos. Ele havia voltado a se alimentar por via oral. A primeira refeição dele, após o ataque a facada que sofreu, na quinta-feira (6), foi um pão e um suco.

Segundo uma fonte que estava no hospital pela manhã, Bolsonaro sentiu “muita dor e náusea” durante a madrugada, além de se incomodar com um refluxo. Ele tem falado pouco.